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Case de Cliente · Equipamento Sob Guarda de Terceiros

Quarenta Mil Equipamentos Seus, em Cem Hospitais que Não São Seus

O ativo pertence à Fresenius Kabi. O endereço pertence ao hospital. E ninguém entra numa UTI para contar equipamento quando quer — entra quando o hospital deixa.

Inventário 40% mais rápido 100+ hospitais Colômbia
O cliente

Fresenius Kabi

Líder global em tecnologias médicas, especializada em cuidados hospitalares e terapias de infusão. Na Colômbia, a operação envolve cerca de 40 mil equipamentos médicos distribuídos por mais de cem hospitais.

A característica que define esse parque não é o tamanho — é que ele não fica em instalação própria. Cada equipamento vive dentro de um hospital cliente, sob a rotina dele. Veja como isso é tratado em ativos sob guarda de clientes.

O desafio

Você Não Escolhe a Hora de Contar

É isso que torna esse tipo de parque diferente de qualquer inventário interno. O equipamento está numa ala, numa UTI, num centro cirúrgico — e a conferência acontece na janela que o hospital concede, não na que a operação preferiria. O rastreamento manual, nessas condições, criava gargalo em três frentes: alocação difícil de acompanhar, auditoria demorada e sujeita a erro, e manutenção programada sem dado atual para planejar. E a perda de equipamento era recorrente.

Janela curta para conferir
O acesso à ala depende da rotina do hospital, e a contagem precisa caber nela.
Alocação sem visibilidade
Saber qual equipamento está em qual hospital, e sob custódia de quem, dependia de registro manual.
Manutenção sem dado atual
A programação preventiva era feita sem saber onde o equipamento estava nem como estava sendo usado.
Perda e extravio recorrentes
Equipamento sumido gerava custo de reposição e risco de descontinuidade no atendimento.
A solução

Contar em Minutos, Não em Horas

A SmartX HUB implantou gestão de ativos por RFID adaptada ao ambiente hospitalar — com a velocidade de leitura dimensionada para o tempo que a equipe de campo efetivamente tem dentro de cada unidade.

Etiqueta RFID em Cada Equipamento
Identificação instantânea e sem contato, sem digitar número de série e sem precisar que a etiqueta esteja bem posicionada.
Coletores em Campo
A equipe percorre o departamento e a conferência sai em minutos, no lugar de horas — que é o que permite caber na janela do hospital.
Custódia por Hospital
Qual equipamento está em qual unidade, sob responsabilidade de quem, num registro só e não em cem planilhas.
Plataforma Central Única
Um painel unificado para o ciclo de alocação inteiro, atravessando todas as unidades hospitalares atendidas.
Monitoramento em Tempo Real
Alocação, localização e situação do dispositivo ao vivo — a operação deixa de descobrir na próxima visita.
Manutenção com Base no Uso
A programação preventiva passa a considerar onde o equipamento está e como vem sendo usado, em vez de só o calendário.
Por que a velocidade importa tanto aqui

Num armazém próprio, inventário 40% mais rápido é conveniência. Num hospital que não é seu, é a diferença entre conferir e não conferir — porque a janela de acesso é curta, e o que não couber nela fica para a próxima visita.

Foi assim que o inventário deixou de ser um evento negociado e passou a ser uma rotina possível.

Resultados

O que Mudou na Operação de Campo

40%
mais rápido no tempo de inventário
40 mil
equipamentos médicos identificados
100+
hospitais atendidos
Minutos
por departamento, no lugar de horas
Inventário 40% mais rápido — em todas as unidades hospitalares — e por isso possível de fazer com a frequência que a operação precisa.
Alocação e manutenção automatizadas — o agendamento manual saiu de cena, e com ele o erro que ele produzia.
Perda e extravio bem menores — protegendo o investimento em dispositivo médico crítico, que é caro de repor e demorado de substituir.
Rastreabilidade e disponibilidade maiores — o equipamento passou a estar onde é necessário, quando é necessário.
Conclusão

O Ativo Que Mora na Casa do Cliente

É uma categoria própria de problema, e quase sempre é tratada como se fosse inventário comum. Não é. Num parque interno, contar depende de organização. Num parque instalado em cem endereços de terceiros, contar depende de acesso — e o acesso é sempre curto, negociado e interrompível.

Por isso a velocidade de leitura aqui não é um detalhe técnico: é o que decide se o inventário acontece ou é adiado. E um inventário adiado repetidamente é, na prática, um parque que ninguém sabe onde está.

Quando foi a última contagem completa no cliente?

Não a do seu depósito — a dos equipamentos que estão instalados na casa de outra empresa. Se a resposta for “por amostragem” ou “quando dá”, a diferença entre o que você acha que tem lá e o que existe de fato só vai aparecer no fim do contrato.

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