Ativos, pessoas, veículos, sensores, embalagens, EPIs e estoque compartilham um único registro operacional — então uma leitura RFID atualiza o patrimônio, grava a auditoria, avalia as regras de notificação e aparece no mapa ao vivo. Sem projeto de integração entre os seus próprios módulos.
A maioria das plantas termina com um sistema de rastreamento, um de manutenção, um de segurança do trabalho e uma planilha de conformidade — cada um com sua lista de ativos, seu login e sua versão da verdade. O projeto de integração que ia conectar tudo é sempre no próximo trimestre. Enquanto isso, a mesma empilhadeira existe quatro vezes com quatro identificações diferentes, e ninguém sabe qual registro está certo.
A SmartX HUB é construída ao contrário. Dez tipos de objeto compartilham uma identidade, um modelo de localização e uma cadeia de custódia — e é por isso que acrescentar manutenção a uma implantação de rastreamento vira decisão de configuração, não um segundo projeto. Veja todas as soluções ou comece pela plataforma.
Implantações documentadas em indústria, energia, logística, alimentos e saúde — no Brasil e em cinco continentes.
Ninguém compra "uma plataforma AIoT" — compra a resposta para um problema que está custando dinheiro neste trimestre. Comece por onde dói; o resto já está conectado por baixo.
Além destas, soluções específicas do mercado brasileiro: enxovais, equipamentos em consignação, uniformes e EPIs, ativos de TI e paradas de manutenção.
Ver todas as soluçõesSolução pontual é fácil de comprar e cara de manter. O que torna a consolidação possível não é lista de recursos mais longa — é um único modelo de dados por baixo, onde o décimo módulo custa configuração em vez de mais um projeto de integração.
Diagnóstico, detecção de anomalia e o copiloto de manutenção executam nos seus próprios servidores — não numa nuvem de fornecedor, nem chamando API de modelo de terceiro. Para farmacêutica, defesa e governo, isso raramente é preferência. É o requisito que define a lista de finalistas.
Uma ferramenta que sumiu no hangar, um trabalhador não contabilizado em espaço confinado, uma excursão de temperatura na câmara fria — os setores abaixo têm um traço em comum: o custo de não saber se mede em parada de produção e responsabilidade, não em inconveniência.
Todo fornecedor tem demonstração. O que separa um do outro é o que aconteceu dezoito meses depois do go-live, quando a equipe de projeto foi embora e o turno mudou.
Calculadoras construídas sobre as métricas da operação que modelam — não o mesmo formulário com quatro nomes — e comparativos honestos com as plataformas que você provavelmente também está avaliando.
Casos reais, benchmarks e novidades de produto sobre RFID, RTLS, sensores IoT e gestão de ativos. Escrito para quem precisa decidir, não para uma lista.
Nunca compartilhamos seu endereço. Um clique para cancelar em todo e-mail.
Obrigado. Fique de olho na sua caixa de entrada.
Etiquete uma categoria de equipamento, coloque uma equipe em ordens de serviço de verdade, ou faça uma contagem cega de um almoxarifado. Qualquer que seja a escolha, a medição contra o seu baseline atual é o business case — e a plataforma já está embaixo do próximo passo.
Já é cliente? Fale com o suporte · Prefere ler antes? Todas as soluções