Solicitar Demonstração
Solução · Ativos de TI (ITAM)

O MDM Sabe que o Notebook Está Ligado. Não Sabe Onde Ele Está.

Ele reporta um endereço de rede e a hora do último check-in. Não diz que a máquina está na gaveta de uma loja em Recife, nem que voltou para o armário quando alguém saiu da empresa. E o dispositivo que some é justamente aquele que parou de aparecer no painel.

O desafio & a solução

Uma Ferramenta de ITAM Enxerga o que o Dispositivo Conta. Não o que Ele É.

Essa distinção parece filosófica e é bem prática. O inventário de TI moderno é construído sobre o que a máquina reporta quando está ligada e conectada — e isso funciona bem enquanto ela está. O problema aparece exatamente na fronteira: o notebook aposentado no armário, o equipamento reserva numa loja, o monitor que ninguém sabe onde foi parar. Nenhum deles faz check-in, e por isso nenhum deles aparece.

É por isso que o inventário lógico e o inventário físico nunca batem, e a diferença cresce sozinha. O que a auditoria pede não é a lista do que está conectado — é a lista do que a empresa comprou, e onde cada item está, e sob responsabilidade de quem. Essas três perguntas não são respondidas por check-in.

Fechar essa lacuna exige as duas camadas juntas: a de gestão do dispositivo, que cuida do que ele reporta, e a de custódia física, que cuida de onde ele está e com quem — sobre o mesmo registro. Manter as duas em ferramentas separadas é o que faz nenhuma das duas fechar.

Ação remota com confirmação

“Comando Enviado” Não Quer Dizer que Foi Executado

A maior parte dos consoles mostra a mensagem de envio e para aí. Se o aparelho estava desligado, sem rede ou já formatado, ninguém fica sabendo — e o registro diz que o bloqueio foi feito. Num incidente de perda ou roubo, é justamente esse registro que vai ser questionado.

Três estados, não um — enviado, pendente e confirmado. A plataforma acompanha o comando até o dispositivo responder o que de fato aconteceu, em vez de assumir sucesso no instante do pedido.

Conexão testada antes de valer — cada provedor de gestão de dispositivo tem um teste de conexão próprio, para você não descobrir que a integração caiu no dia em que precisou dela.

O que está incluído

Duas Camadas sobre o Mesmo Registro

A de custódia física, que responde onde o equipamento está e com quem, e a de gestão do dispositivo, que responde o que ele reporta. Abaixo elas aparecem nessa ordem — a primeira é a que costuma faltar.

01

Onde o Equipamento Está de Fato

A camada que um ITAM puro não tem.

Custódia por Pessoa e Centro de Custo
O equipamento é atribuído a alguém ou a um centro de custo, com trilha de auditoria de cada retirada — e a custódia continua valendo quando ele sai do prédio.
Localização em Tempo Real
Presença por zona para o parque que circula: notebook de empréstimo, tablet de operação, equipamento de sala técnica.
Movimento Não Programado
Alarme quando um item se move além de um limiar sem relocação prevista. É o que sustenta o caso do equipamento que sai sem autorização, sem depender de um portal dedicado.
Inventário sem Depender de Check-in
Contagem física com etiqueta: o item aposentado, o reserva e o que está desligado entram na conta — que é onde o inventário lógico sempre falha.
Parque Distribuído
Um pino por site com indicadores por local, pensado para operação com mais de cem endereços — loja, filial, unidade.
02

O Dispositivo Gerenciado

Integra com o seu MDM. Não substitui.

Provedores Plurais e Configuráveis
Vários provedores de gestão de dispositivo ao mesmo tempo — não um backend fixo. Cada um com sincronização própria e teste de conexão antes de você confiar nele ao vivo.
Enrollment por Token
O dispositivo se cadastra sozinho contra um token gerado, em vez de a TI registrar máquina por máquina. Tokens revogáveis individualmente.
Perfis de Configuração
Criados, editados e empurrados para os dispositivos — configuração remota de verdade, não visualização de inventário.
Ação Remota com Confirmação
Bloquear e apagar passam por fila com callback: enviado, pendente, confirmado — um registro defensável para resposta a perda ou roubo.
Conformidade e Vulnerabilidade
Violações consultadas direto do dado de gestão de dispositivo, sobre o mesmo registro do inventário. ⚠️ Detecção, não remediação — não aplicamos correção nem substituímos ferramenta de segurança.
03

Software, Licença e Risco

Onde o dinheiro costuma vazar sem barulho.

Comprado, em Uso e Ocioso
As três quantidades lado a lado, com nota de prontidão para auditoria — que é a diferença entre saber que você tem licença sobrando e conseguir provar.
Alocação e Renovação
Quem está com qual licença e quando ela vence, no mesmo lugar do equipamento a que ela pertence.
SaaS e Uso Não Homologado
Detecção de serviço contratado fora do processo e de software instalado fora do padrão, com lista de bloqueio.
04

Quem Entra e Quem Sai

O ponto de maior perda, e o menos medido.

Um Processo, Duas Direções
Admissão e desligamento rodam pelo mesmo modelo, então o relatório cobre os dois de um lugar só — em vez de dois fluxos que ninguém compara.
Licença Recuperada como Indicador
No desligamento, o que foi devolvido é métrica de primeira classe. É o número que mostra assento pago sendo recuperado, e não um item de checklist marcado como concluído.
05

O Custo do Parque

O que o financeiro pergunta e a TI raramente tem pronto.

Ciclo de Vida com TCO
Compra, implantação, ativo, fim de vida e baixa — com o custo total acompanhando o item, não uma planilha paralela.
Contratos e Rateio
Calendário de contratos e rateio de custo de TI por departamento, para que a conversa de orçamento seja sobre números e não sobre estimativa.
Backlog Priorizado de Economia
O otimizador classifica as recomendações por economia anual projetada, com o total potencial e quantas ainda estão pendentes de ação — uma fila de trabalho, não uma lista de dicas.
06

Suporte e Ambiente

O chamado e a sala onde o equipamento vive.

Central de Serviços ITIL
Incidente, problema, requisição e mudança com fluxo de comitê; SLA multinível, aprovações, base de conhecimento, portal de autoatendimento, triagem por IA e requisição de compra a partir do chamado quando resolver exige comprar peça.
Chamado Ligado ao Ativo
O histórico de chamados fica no registro do equipamento, e não só na fila do suporte — o que muda a decisão de renovar ou consertar.
Sensores de Sala Técnica
Temperatura e umidade com registro contínuo, pelo mesmo caminho de sensor usado no resto da plataforma.
O que muda na prática

O Inventário Lógico e o Físico Nunca Batem. E a Diferença Cresce Sozinha.

Não por descuido: eles medem coisas diferentes. Um mede o que reporta, o outro mede o que existe — e todo equipamento que sai de circulação migra silenciosamente do primeiro para o segundo. Reconciliar uma vez por ano conserta o retrato e não conserta o mecanismo.

01
O Desligado Também Conta
Contagem física com etiqueta inclui o aposentado, o reserva e o que está na gaveta — exatamente onde o inventário por check-in falha.
02
Enviado, Pendente, Confirmado
O comando remoto é acompanhado até o dispositivo responder — um registro defensável quando alguém questionar o bloqueio.
03
Você Não Troca de MDM
Os provedores são plurais e configuráveis, com teste de conexão por provedor. A camada física entra sem exigir substituir o que já funciona.
04
Licença Recuperada Vira Número
No desligamento, assento pago recuperado é métrica de primeira classe — o número que o financeiro entende sem tradução.
05
Economia com Fila, Não com Lista
As recomendações vêm ordenadas por economia anual projetada, com o total potencial e quantas seguem pendentes.

O que esta solução não faz

Detectar vulnerabilidade não é remediar. A plataforma expõe violações e vulnerabilidades a partir do dado de gestão de dispositivo, sobre o mesmo registro do inventário. Ela não aplica correção, não é ferramenta de segurança de endpoint e não substitui o que a sua área de segurança já usa — ela mostra, e quem trata continua tratando.

Não somos MDM. Integramos com o seu, e essa é a intenção: os provedores são plurais e configuráveis, com teste de conexão por provedor, justamente para você não precisar trocar a ferramenta que já funciona. Se você procura substituir o seu gerenciador de dispositivos, esta não é a solução.

Ter o campo de TCO não é fazer contabilidade. O custo total acompanha o item ao longo do ciclo de vida, mas não apuramos depreciação contábil, não geramos valor patrimonial e não substituímos o controle do ERP.

Não há produto de portal de saída. O caso do equipamento que sai sem autorização é atendido por alarme de movimento não programado e por detecção de movimentação sobre o registro do ativo — não por um portal dedicado de datacenter, que não faz parte desta oferta.

O que a plataforma faz e o que não faz está reunido na central de confiança.

Compare as duas listas que você já tem

Exporte o inventário do seu gerenciador de dispositivos e a lista de compras de equipamento dos últimos três anos. Subtraia uma da outra. O que sobra não é perda — é o parque que parou de reportar, e ele inclui o que está no armário, o que ficou com quem saiu e o que ninguém sabe onde está. Separar essas três categorias é a primeira coisa que muda.

Perguntas frequentes

Ativos de TI — Dúvidas Comuns

Começamos por três que precisam de resposta antes de qualquer demonstração — e a primeira delas é uma boa notícia.

Vocês substituem o nosso MDM?
Não, e é de propósito. Os provedores de gestão de dispositivo são plurais e configuráveis, com teste de conexão por provedor — a camada de custódia física entra sem exigir que você troque a ferramenta que já funciona. Se o seu objetivo é substituir o gerenciador de dispositivos, esta não é a solução.
Vocês remediam vulnerabilidade?
Não. Expomos violações e vulnerabilidades a partir do dado de gestão de dispositivo, sobre o mesmo registro do inventário. Não aplicamos correção, não somos ferramenta de segurança de endpoint e não substituímos o que a sua área de segurança usa. Mostramos; quem trata continua tratando.
Existe portal de saída para datacenter?
Não como produto dedicado. O caso do equipamento que sai sem autorização é atendido por alarme de movimento não programado além de um limiar e por detecção de movimentação sobre o registro do ativo. Se a sua exigência é um portal certificado de saída, ela precisa ser especificada à parte.
O que a camada física acrescenta ao ITAM que já temos?
A resposta a três perguntas que check-in não responde: onde o equipamento está, com quem, e o que aconteceu com ele quando parou de reportar. Custódia por pessoa ou centro de custo, presença por zona e contagem física com etiqueta — que inclui o aposentado, o reserva e o que está desligado.
Como funciona a ação remota de bloqueio?
Por fila com três estados: enviado, pendente e confirmado. A plataforma acompanha até o dispositivo responder o que de fato aconteceu, em vez de assumir sucesso no instante do pedido. Num incidente de perda ou roubo, é esse registro que sustenta a resposta.
Dá para gerenciar equipamento distribuído em lojas e filiais?
Dá, e é onde a diferença aparece mais: em operação com muitos endereços, ninguém vai a cada loja conferir. Há um pino por site com indicadores por local, e a custódia continua valendo mesmo com o equipamento fora da sede. Veja localização em tempo real.
E o controle de licença?
Comprado, em uso e ocioso lado a lado, com nota de prontidão para auditoria, alocação e renovação. E no desligamento a licença recuperada é métrica de primeira classe — o número que mostra assento pago voltando, em vez de um item de checklist marcado.
Cobre chamado e suporte?
Cobre, com central de serviços em ITIL: incidente, problema, requisição e mudança com fluxo de comitê, SLA multinível, base de conhecimento, portal de autoatendimento e triagem por IA. E há um detalhe útil: um chamado pode gerar a própria requisição de compra quando resolver exige comprar peça.
A plataforma calcula depreciação?
Não. O custo total acompanha o item ao longo do ciclo de vida, mas não apuramos depreciação contábil nem substituímos o controle patrimonial do ERP. É o mesmo limite declarado em facilities e escritórios.
Por onde começar?
Pelo desligamento e por uma família de equipamento — normalmente notebook. É o ponto de maior perda concentrada, o mais rápido de instrumentar e o que produz número em semanas. Inventariar o parque inteiro na primeira fase é o começo mais comum e o mais lento.
error: