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Preços e modelos comerciais

Não Publicamos Tabela. E Vale Explicar por Quê.

A mesma plataforma atende um piloto de duzentos ativos num prédio e uma implantação de cinquenta mil ativos em doze plantas. Qualquer número publicado estaria errado para quase todo mundo que o lesse — e enganaria o resto.

O que dá para fazer é mostrar exatamente quais variáveis mexem no número e as três formas que um projeto costuma tomar. Lendo esta página, você deveria conseguir estimar a sua própria ordem de grandeza antes de falar com a gente.

Oito variáveis, todas explicadas Três modelos comerciais Nuvem ou instalação local
Antes de tudo

Uma Página de Preços Sem Preço Só Funciona Se For Mais Franca Que a Média.

Então vamos ser: o preço varia em mais de uma ordem de grandeza entre os projetos que fazemos. Um piloto num galpão e uma implantação em doze plantas compartilham o mesmo software e quase mais nada — a diferença está na infraestrutura de campo e no trabalho de instalação, que é onde o dinheiro de verdade vai.

O que assumimos como compromisso é transparência sobre o que move o número, que é o resto desta página, e uma proposta que separa software, hardware e serviços — para você ver pelo que está pagando em vez de receber um valor único e fechado.

Se preferir entender antes o que está incluso em cada nível da plataforma, o comparativo por plano mostra linha a linha. Esta página trata de outra coisa: não do que vem junto, mas do que faz o número subir.

O que move o número

Oito Variáveis Por Trás de Qualquer Proposta

São as perguntas que fazemos junto com você — e também as que vale responder internamente antes de perguntar a qualquer fornecedor quanto custa um sistema de rastreamento. Duas delas, tecnologia e número de plantas, costumam explicar a maior parte da diferença entre um projeto e outro.

1
Número de plantas
Cada local físico precisa do próprio levantamento de campo, da própria infraestrutura e do próprio comissionamento. O software escala entre plantas sem custo proporcional; o trabalho de campo não. É por isso que duas plantas raramente custam o dobro de uma, e por que dez custam bem menos por planta do que a primeira custou.
2
Ativos e pessoas rastreados
A população etiquetada define diretamente o volume de etiquetas e, indiretamente, o nível de plataforma. Vale separar cedo: ativo que só precisa de presença por zona é muito mais barato de cobrir do que os poucos que realmente exigem precisão submétrica. A maioria dos projetos gasta demais aplicando um único padrão de precisão a tudo.
3
Módulos no escopo
Você licencia as famílias de capacidade que usa, não o catálogo inteiro. Rastreamento, manutenção, execução de suprimentos, sensores e segurança do trabalhador são escopos separados — e como compartilham o mesmo registro, dá para acrescentar uma família depois sem migração. Veja os 47 módulos e o comparativo por plano.
4
Tecnologia de localização
A maior alavanca isolada. RFID passivo em pontos de passagem, beacon para presença por zona, e UWB ou ângulo de chegada para precisão ficam em pontos muito diferentes da curva de custo — principalmente por causa da densidade de âncoras. Compare as nove tecnologias antes de fixar orçamento.
5
Hardware e infraestrutura
Etiquetas, leitores, âncoras, gateways, coletores — e os itens sem glamour que estouram orçamento: cabeamento, energia, ponto de rede e fixação em área que nunca foi projetada para isso. A identificação usa padrões abertos GS1 EPC, então etiqueta e leitor podem ser cotados no mercado e não só conosco.
6
Integrações
Conectar a ERP, WMS, TMS ou sistema de controle é esforço dos dois lados do fio. A plataforma expõe API REST documentada e webhooks de saída, então o custo costuma estar em mapear os seus campos e na disponibilidade da sua equipe de sistemas, não em construir conector.
7
Nuvem ou instalação local
Isso desloca custo entre categorias, mais do que sobe ou desce o total. Nuvem é predominantemente assinatura; local move gasto para os seus servidores, a sua operação e outro formato de licença. Escolha por residência de dado, latência ou política — não para economizar, porque normalmente não economiza.
8
Implantação e suporte
Levantamento, configuração, etiquetagem, integração, treinamento e o modelo de suporte depois. A etiquetagem é o item mais subestimado, porque alguém precisa fixar e registrar fisicamente cada etiqueta — e numa frota grande isso é um projeto, não uma tarde.

O resumo honesto

O software é a parte previsível do orçamento. Quem decide se um projeto é modesto ou grande são a exigência de precisão e o número de plantas, porque as duas puxam infraestrutura e mão de obra de campo. Se o número importa mais que o recurso, comece a conversa pela precisão que cada processo realmente precisa — e não pela precisão que impressiona melhor numa demonstração.

Modelos comerciais

Três Formas Que um Projeto Costuma Tomar

São etapas, não pacotes. Quase toda implantação corporativa que conduzimos começou como piloto — e o piloto existe para trocar suposição por medição antes de alguém comprometer dinheiro de verdade. Nada se joga fora ao passar de uma para a outra: a configuração, as etiquetas e as integrações seguem em frente.

Etapa um

Piloto / Prova de Conceito

Uma área, uma classe de ativo, uma pergunta que hoje você não consegue responder. Com prazo fechado e uma medida de sucesso combinada antes de começar.

Normalmente inclui
  • População de etiquetas limitada, uma zona ou um ponto de passagem
  • Medição de linha de base antes e depois
  • Sobrevivência da etiqueta testada no seu processo real
  • Sem trabalho de integração, a menos que seja isso que se quer provar
Você sai comNúmeros medidos para as variáveis da seção anterior — que é o que torna a proposta seguinte precisa em vez de defensiva.
Etapa dois

Implantação de Planta

Uma instalação rodando em produção, com os processos dos quais ela realmente depende. É aqui que o sistema deixa de ser teste e vira infraestrutura.

Normalmente inclui
  • Levantamento completo e validação de cobertura antes de entrar no ar
  • Etiquetagem completa da população de ativo ou de pessoas no escopo
  • Perfis, regras, painéis e roteamento de notificação configurados
  • Primeira integração, normalmente com o sistema corporativo
Você sai comUma planta de referência funcionando e um modelo repetível — que é o que faz a terceira planta custar menos que a segunda.
Etapa três

Implantação Corporativa

Várias plantas sobre uma plataforma, governadas centralmente, com a variação local resolvida por configuração e não por instalações separadas.

Normalmente inclui
  • Cronograma por fases com modelo padrão de implantação
  • Governança central com isolamento por planta ou por empresa
  • Autenticação única, revisão de segurança e retenção para auditoria
  • Modelo de implantação escolhido por política: nuvem, nuvem privada ou local
Você sai comNúmeros comparáveis entre todas as plantas — que é justamente o que a maioria dos grupos descobre que faltava.

O que precisamos para fazer uma proposta

Traga o que você tem. Se parte for chute, diga que é — um chute rotulado é bem mais útil que um número confiante que ninguém conferiu, porque ele mostra onde colocar o piloto.

  • As plantas no escopo, e aproximadamente a área de cada uma
  • Quantos ativos ou pessoas, separados por quão precisamente cada grupo precisa ser localizado
  • Os processos que você quer mudar, em ordem de dor
  • Os sistemas com que precisa conversar, e quem responde por eles internamente
  • Qualquer restrição sobre onde o dado pode ficar armazenado
  • O ambiente em si: lavagem, congelamento, metal, poeira, exposição ao tempo
Perguntas frequentes

Preços — Dúvidas Comuns

As perguntas que compras e patrocinadores de projeto fazem antes da primeira conversa, respondidas com a franqueza que um modelo por escopo permite.

Por que simplesmente não publicar os preços?
Porque a resposta honesta varia em mais de uma ordem de grandeza entre os projetos que fazemos, e um número publicado enganaria a maioria dos leitores para um lado ou para o outro. Um piloto num prédio e uma implantação em várias plantas compartilham o mesmo software e quase mais nada. O que assumimos é transparência sobre o que move o custo — que é o resto desta página — e uma proposta que separa software, hardware e serviços, para você ver pelo que está pagando.
O que mais encarece?
Precisão, depois número de plantas. Cada degrau de precisão significa mais infraestrutura por metro quadrado, e infraestrutura carrega hardware e mão de obra de instalação. A decisão de custo mais eficaz disponível para você é definir, honestamente, quais processos precisam de precisão e quais só precisam saber que o ativo está na área certa. Aplicar a exigência mais rígida à população inteira é a forma mais comum de dobrar um orçamento sem ganho operacional.
O preço é por usuário?
A licença é dimensionada pela implantação — plantas, população rastreada e as famílias de módulo em uso — e não por número de assentos. O raciocínio é prático: um sistema que cobra por login desestimula exatamente quem deveria usá-lo, e informação de segurança que só o supervisor consegue abrir vale menos que informação que todo mundo no chão enxerga. ⚠️ Confirme o formato exato na sua proposta, porque o escopo varia.
E os planos Basic, Essential e Premium?
Eles definem o que está incluso em cada nível da plataforma; o escopo da sua operação define o preço. São duas perguntas diferentes e as duas entram na proposta. O comparativo por plano mostra a diferença linha a linha entre os níveis.
Somos obrigados a comprar o hardware de vocês?
Não. A plataforma é agnóstica de fabricante, e a identificação roda sobre padrões abertos GS1 EPC e não sobre formato proprietário — então etiqueta e leitor podem ser cotados no mercado. Muitos clientes compram conosco pela simplicidade de um fornecedor só e um ponto de responsabilidade; outros compram por conta própria. Os dois funcionam. O que importa é a escolha continuar sendo sua depois de assinado o contrato, e não só antes.
Instalação local custa menos que nuvem?
Normalmente não, e é melhor escolher pelo motivo certo. A instalação local move gasto da assinatura para os seus servidores, armazenamento, backup e o tempo interno de operar tudo isso — o que costuma chegar no mesmo lugar ou mais alto quando o quadro de pessoal entra na conta honestamente. As boas razões para instalar localmente são residência de dado, latência de rede e política de segurança. Todas legítimas, todas suportadas. Economia raramente é uma delas.
O que é mais subestimado?
Três coisas, sempre. A etiquetagem, porque alguém precisa fixar e registrar fisicamente cada etiqueta, e numa população grande isso é um projeto com plano próprio. A preparação do dado, porque um cadastro de ativos que envelheceu por anos precisa ser limpo antes de sustentar qualquer coisa. E o tempo interno — o dono do sistema, o líder de segurança e o gerente de operações precisam de horas na agenda, e projeto trava nisso muito mais do que em tecnologia. Orce as três explicitamente.
Dá para acrescentar módulos depois sem recomeçar?
Dá, e é um dos argumentos práticos de plataforma única. Como rastreamento, manutenção, suprimentos, sensores e segurança do trabalhador resolvem para o mesmo registro, acrescentar uma família é exercício de licença e configuração, não projeto novo de integração. As etiquetas, a infraestrutura e as identidades já instaladas seguem valendo. Veja a plataforma corporativa.
Precisamos começar por um piloto?
Nem sempre. Quem já conduziu esse tipo de implantação antes, e conhece as próprias taxas de perda, tempos de ciclo e exigências de precisão por evidência e não por memória, pode ir direto para uma implantação de planta. Todo o resto ganha com o piloto, porque ele converte quatro ou cinco suposições em medições — e são essas medições que tornam a proposta completa precisa em vez de inflada por contingência. Nós dizemos em qual dos dois grupos achamos que você está.
Como montar o caso de negócio?
Comece por uma linha de base que você já mede, e não por um benefício que nós descrevemos. Tempo de procura, acuracidade de inventário, parada não planejada, perda de embalagem e horas de preparação de auditoria são os candidatos usuais — e os casos mais fortes escolhem dois ou três em vez de reivindicar todos. Se você não mede nenhum deles hoje, esse é o primeiro trabalho, e é justamente o que um piloto entrega.
O que acontece depois de entrar no ar?
Suporte e atualização da plataforma fazem parte do acordo contínuo, com o modelo de atendimento definido na sua proposta e não presumido aqui. Vale planejar à parte: troca de etiqueta ao longo da vida da frota, verificação de saúde da infraestrutura, e reconfiguração quando a operação muda — uma linha nova ou um armazém reendereçado mudam zonas e regras. Sistema que nunca é revisitado deixa de descrever, em silêncio, o local que deveria representar. Fale com a gente sobre o que cabe na sua operação.
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