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Plataforma · Dados e Conectividade

Uma Superfície de API Aberta, Não um Catálogo de Conectores

Mais de mil endpoints REST em quarenta pastas por domínio, documentados em OpenAPI 3.0. Webhooks de saída com OAuth2 ou chave de API. Três portas de ingestão. É a mesma superfície que as nossas próprias telas usam — o que significa que a sua equipe pode fazer tudo o que nós fazemos.

Como funciona de verdade

Ninguém Tem um Conector Pronto para o Seu ERP

Fornecedor que promete “conector nativo para SAP” está descrevendo uma abstração. Nenhum SAP é igual a outro — o seu tem campos customizados, uma versão específica, regras de negócio que a sua empresa escreveu e um time que decide o que pode ser gravado. O conector genérico funciona na demonstração e vira projeto na implantação. É melhor saber disso antes de assinar.

A SmartX HUB resolve pelo lado oposto: em vez de vender conector, entrega uma superfície de integração documentada e completa. Mais de mil endpoints REST organizados em quarenta pastas por domínio, publicados em OpenAPI 3.0 — o que significa que o seu time gera o cliente na linguagem que usa e enxerga cada campo antes de escrever uma linha. Na direção contrária, webhooks de saída disparam o evento no momento em que ele acontece, autenticados por OAuth2 ou chave de API.

O resultado prático: a integração é construída, com escopo definido e testada contra o seu ambiente — pela sua equipe, pela nossa, ou por um parceiro. Não é plugada de um catálogo e depois ajustada por seis meses. A arquitetura completa está em plataforma, e os dispositivos que alimentam tudo isso em dispositivos e sensores.

A arquitetura

Entra por Três Portas, Sai por Webhook

Dado de campo chega pelo caminho que o seu equipamento e a sua rede permitem. Evento operacional sai no instante em que acontece, para o sistema que precisa saber. Nenhuma das duas direções depende de janela de sincronização.

Entrada — três portas

Como o dado chega até a plataforma.

HTTPRequisição direta, para middleware e sistema de terceiro que já fala REST.
MQTTFluxo contínuo, o padrão de fato para telemetria de sensor em volume.
SQL diretoCarga a partir de base existente, quando o sistema de origem não expõe API.

Saída — webhooks

Como o evento sai no instante em que acontece.

Disparo por eventoO webhook sai quando o fato ocorre, não numa janela de sincronização.
OAuth2 ou chave de APIAutenticação no padrão que a sua área de segurança já aprova.
RFID Inject HubO componente que faz a ponte entre a leitura de campo e o seu sistema.
A superfície REST

Documentada, Não Descrita

A diferença entre uma API que existe e uma API que você consegue usar está na documentação — e em ela ser a mesma que o próprio fornecedor consome.

1.000+Endpoints RESTO número é conservador — é o que o handbook documenta como piso.
40+Pastas por domínioAtivos, manutenção, pessoas, estoque, sensores. Você acha o que precisa sem ler tudo.
OpenAPI 3.0Especificação publicadaGere o cliente na sua linguagem e veja cada campo antes de escrever código.
A mesmaQue nossas telas usamNão existe API pública reduzida e API interna completa. É uma só.
Perguntas frequentes

Integrações — Dúvidas Comuns

Respostas diretas às perguntas que a área de TI faz antes de aprovar qualquer plataforma nova.

Vocês têm conector pronto para o nosso ERP?
Não vendemos conector de catálogo, e a razão é honesta: nenhum ERP de cliente é igual ao de outro. O seu tem campos customizados, uma versão específica e regras que a sua empresa escreveu. Conector genérico funciona na demonstração e vira projeto na implantação. O que entregamos é a superfície: mais de mil endpoints REST em quarenta pastas por domínio, publicados em OpenAPI 3.0, mais webhooks de saída. A integração é construída com escopo definido — e é isso que faz ela funcionar no segundo ano.
Quem constrói a integração?
Depende do seu time e do escopo. Pode ser a sua equipe de TI, a nossa, ou um parceiro de integração. Como a especificação é OpenAPI, qualquer um dos três gera o cliente na linguagem que usa e enxerga cada campo antes de escrever código. O escopo e a divisão são definidos na proposta — veja também implantação.
Como o dado entra na plataforma?
Por três portas: HTTP (requisição direta), MQTT (fluxo contínuo, padrão para telemetria de sensor em volume) e SQL direto (carga a partir de base existente, quando a origem não expõe API). A escolha é conforme o que o seu equipamento e a sua rede permitem.
E na direção contrária — como o evento sai?
Por webhook de saída, disparado no instante em que o fato acontece, com autenticação por OAuth2 ou chave de API. Não há janela de sincronização: uma leitura na doca vira notificação no seu sistema em segundos, não na carga da madrugada.
A API que vocês publicam é a completa?
Sim. É a mesma superfície que as nossas próprias telas consomem. Não existe uma API pública reduzida e uma API interna completa — o que significa que tudo o que a plataforma faz, o seu sistema também pode fazer.
Precisamos replicar a base de ativos no nosso sistema?
Não é o recomendado. O padrão que funciona melhor é o ERP ser a fonte da verdade do que existe — cadastro, centro de custo, ordem de compra — e a plataforma ser a fonte da verdade de onde está e em que condição. O cadastro flui num sentido só, e o seu sistema consulta o estado atual quando precisa. Duas bases replicadas criam duas versões do mesmo ativo, que é exatamente o problema que a plataforma existe para resolver.
Nosso sistema é legado e não tem API. Dá para integrar?
Normalmente sim, pela porta de SQL direto ou por um middleware que já exista no ambiente. Vale trazer o caso para avaliação técnica antes de assumir que não dá — legado sem API é situação comum, não impedimento.
Como isso funciona se a plataforma rodar on-premise?
Da mesma forma. A superfície REST, os webhooks e as três portas de ingestão existem nos três modelos de implantação — nuvem, on-premise e máquina virtual em nuvem privada. Para operações que não podem enviar dado para fora, a integração acontece inteiramente dentro do seu perímetro. Veja a arquitetura.
A documentação está disponível antes de fecharmos contrato?
A especificação OpenAPI é o que permite a sua equipe avaliar o esforço real de integração antes de decidir — e essa avaliação costuma ser o que separa um projeto bem dimensionado de uma surpresa. Solicite uma proposta descrevendo os sistemas envolvidos.

Traga a lista dos sistemas envolvidos

Qual ERP, qual versão, o que precisa fluir em cada direção e quem é a fonte da verdade de cada informação. Com isso a avaliação técnica sai em vez de estimativa.

Com o que integra

Os Sistemas que Já Rodam a Sua Operação

A plataforma não pede que você troque nada. Ela dá localização, status e condição em tempo real aos sistemas que já decidem o seu negócio — e recebe deles o cadastro que já existe.

ERPPatrimônio, ordem de compra, centro de custo, baixa de ativo e consumo de peça — o registro financeiro conversando com o registro físico.
WMSRecebimento, separação, conferência e expedição — a leitura que confirma a saída fecha a linha do pedido.
TMSCarreta, agendamento, permanência e detenção no pátio, alimentando o planejamento de transporte.
SCADA e automaçãoLeitura de processo e evento de chão de fábrica entrando no mesmo registro do ativo.
BI e analyticsExportação e streaming para o painel que a diretoria já usa — sem obrigar ninguém a trocar de ferramenta.
Sistemas própriosAplicação interna, legado sem API moderna ou middleware existente, pelas três portas de ingestão.
Padrões de integração

Quatro Formas, Combinadas Conforme o Caso

A maior parte dos projetos usa duas ou três destas ao mesmo tempo. O que decide a combinação é onde está a fonte da verdade de cada informação — e essa conversa vale a pena ter antes de escrever qualquer código.

01
Espelhar o cadastroO ERP é a fonte da verdade do que existe; a plataforma é a fonte da verdade de onde está e em que condição. O cadastro flui num sentido só, para não criar duas versões do mesmo ativo.
02
Devolver o eventoMovimentação, inventário, baixa e consumo de peça voltam para o ERP no momento em que acontecem — via webhook, não em lote noturno.
03
Consultar sob demandaO seu sistema pergunta à plataforma o estado atual de um ativo quando precisa, pelo endpoint REST, sem replicar base.
04
Ingerir telemetriaSensor e leitor entram pelas três portas, normalizados, sem exigir que o fabricante fale a mesma língua da plataforma.
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