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Case de Cliente · Embalagens Retornáveis

Retornável Só é Retornável se Voltar.

Na planta de Resende, 40 mil caixas, racks e contentores deixaram de ser “reutilizáveis” no papel. A leitura acontece na doca, o dado chega ao SAP e segue para os fornecedores — o ciclo fecha fora das quatro paredes.

40 mil embalagens rastreadas Resende, RJ SAP bidirecional
O cliente

Nissan Brasil

A planta da Nissan em Resende, no Rio de Janeiro, produz veículos e motores da marca com capacidade para 200 mil veículos e 200 mil motores por ano, empregando cerca de 2 mil pessoas.

Caixas plásticas, racks e contentores são o que mantém essa linha alimentada. Mas a parte “retornável” vira um problema quando o controle é manual — e é aí que o dispositivo deixa de ser ativo e passa a ser despesa recorrente. Veja gestão de embalagens retornáveis.

O desafio

Quando o Ativo “Reutilizável” Some

A embalagem retornável é a forma padronizada e mais sustentável de mover material. Mas o controle manual não conseguia dizer onde o dispositivo estava, quem estava com ele e quando voltaria. O resultado é conhecido de qualquer operação assim: divergência com o parceiro comercial, nenhuma forma de identificar falta ou excesso, e custo subindo pela reposição do que se perdeu.

Onde está o ativo?
O controle manual não respondia onde a embalagem estava nem sob responsabilidade de quem.
Divergência com o parceiro
Sem responsabilidade registrada, a conversa entre as duas empresas vira discussão de números.
Falta ou excesso?
Impossível saber se a frota está pequena ou grande demais sem dado de ciclo.
Custo subindo
Embalagem perdida ou fora de lugar empurra a reposição — e o custo operacional junto.
A solução

Quarenta Mil Itens, Dois Portais

Vale reparar na proporção, porque ela derruba a objeção mais comum a projetos de RFID. Não há leitor em cada corredor nem antena em cada zona — há dois portais nas portas de doca, quatro coletores e uma camada de middleware. A infraestrutura fica onde o material obrigatoriamente passa.

Dois Portais de Doca
Portais RFID fixos nas portas de recebimento e expedição, lendo cada embalagem automaticamente na entrada e na saída.
Quatro Coletores em Mão
Leitores portáteis para conferência pontual em qualquer lugar da planta, onde o portal não alcança.
Uma Camada de Middleware
Um middleware central gerencia toda a operação de leitura e o fluxo de dados, em vez de cada leitor falar sozinho com o sistema.
Integração Bidirecional com SAP
O evento vai ao SAP e o SAP devolve o contexto — a embalagem existe do mesmo jeito nos dois sistemas.
Visibilidade que Chega ao Fornecedor
O dado sai da Nissan e alcança a rede de fornecedores, tornando o rastreamento válido entre organizações e não só interno.
Registro Antes da Saída
A leitura na doca grava a informação na base central antes de o ativo deixar o armazém — e não quando alguém procura por ele.
O ciclo fecha fora da fábrica

A decisão que mudou o resultado foi capturar a embalagem automaticamente na doca e registrar isso antes de ela sair — alimentando o SAP e, dali, os fornecedores. Isso fecha o ciclo em toda a cadeia, e não apenas dentro das quatro paredes da Nissan.

É a diferença entre saber o que saiu e saber onde está — porque a embalagem passa a maior parte da vida na casa de outra empresa.

Resultados

O que Mudou no Ciclo da Embalagem

40 mil
embalagens rastreadas em tempo real
2
portais de doca para toda a frota
SAP
integração bidirecional
Rede
de fornecedores dentro da visibilidade
Uso máximo da frota disponível — com o ciclo visível, a embalagem parada em algum lugar volta a circular em vez de virar justificativa de compra.
Perda de ativo e de carga evitada — o acompanhamento contínuo fecha a lacuna onde o extravio acontecia sem registro.
Menos discussão com parceiro — a responsabilidade fica registrada, e a conversa deixa de ser sobre quem está certo.
Falta e excesso identificáveis — a operação passa a enxergar se a frota está pequena ou grande demais, com dado e não com percepção.
Validação automática na passagem — cada ativo e cada destino são registrados na entrada e na saída, sem depender de alguém anotar.
Conclusão

A Palavra “Retornável” Descreve uma Intenção

Não um fato. Um dispositivo é retornável porque foi projetado para voltar — não porque volta. A diferença entre as duas coisas é o que a operação paga todo ano em reposição, sem que isso apareça como perda em lugar nenhum: aparece como compra.

E a solução não exigiu instrumentar a fábrica inteira. Bastou instrumentar a passagem — porque toda embalagem que sai passa pela doca, e é ali que a informação nasce sem custar trabalho a ninguém.

Quanto você comprou de embalagem retornável no ano passado?

Se a frota não cresceu na mesma proporção, a diferença não foi expansão — foi reposição. E reposição de item retornável é perda registrada como compra, que é o motivo de ela quase nunca ser questionada.

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