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Segmento · Mineração

A Máquina Roda 24 Horas. O Registro Dela Para às 17h.

O operador do turno da noite ouviu o ruído, sentiu a folga, viu o vazamento. Contou para o colega na troca. Se aquilo chegou à manutenção, chegou por conversa — e o que chega por conversa não vira plano, não vira histórico e não vira decisão de investimento.

O desafio & a solução

Quem Vê a Máquina Toda Hora É Quem Não Tem Acesso ao Sistema

Essa é a assimetria que define a operação de mina. O planejador enxerga a frota por indicador; o mantenedor, quando ela entra na oficina. O operador enxerga a máquina o turno inteiro — e é o único dos três que normalmente não tem login, não tem o aplicativo instalado e não vai parar o equipamento para preencher formulário.

O resultado é que a informação mais barata e mais precoce da operação inteira é a que menos se registra. Ela existe, circula na troca de turno, e evapora. Meses depois, o mesmo defeito aparece numa parada não programada — e a investigação descobre que três operadores diferentes já tinham comentado aquilo.

Fechar essa lacuna não é questão de disciplina, é de atrito. Enquanto reportar custar mais que não reportar, ninguém reporta. E numa operação em que a manutenção é disparada por horímetro, não por calendário, o que o operador observa entre uma leitura e outra é justamente o que o intervalo não capta.

Reporte de campo

Sem Login, Sem App, Sem Desculpa

Um código na máquina. O operador escaneia com o próprio celular e descreve o que viu. Ele não precisa ser usuário do sistema — e é justamente por isso que funciona: a exigência de cadastro é o motivo pelo qual a maioria dos programas de reporte morre no segundo mês.

Um código por ativo ou por local — o reporte já nasce sabendo de qual equipamento se trata, sem o operador precisar procurar um número de patrimônio.

Anomalia de checklist vira registro sozinha — o que a inspeção marca como fora do padrão gera a etiqueta de melhoria sem passo extra de digitação.

O percurso do turno

Cinco Momentos que Se Repetem Três Vezes por Dia

Numa operação contínua, tudo o que não fica registrado num turno precisa ser redescoberto no seguinte. As soluções abaixo estão na ordem em que o turno as encontra.

Por que num só lugar

Três Turnos Não São Três Operações. Mas Costumam Virar.

Cada turno herda uma frota, um conjunto de frentes e um estado de manutenção que ele não construiu. O que passa entre eles é conversa; o que fica é registro — e a diferença entre os dois aparece quatro meses depois, numa parada que ninguém previu.

01
O Reporte Sai do Bolso
Código na máquina, celular do operador, sem login e sem app. O atrito era a causa, não a disciplina.
02
Manutenção por Hora, Não por Data
Plano disparado por horímetro além do calendário, com painel do percentual do intervalo e aviso aos 90%.
03
Saúde do Ativo numa Tela
Ordens abertas, anomalia de sensor, OEE, estoque de peça e último preventivo, com risco em cores.
04
O Que o Turno Viu Vira Registro
Anomalia marcada no checklist gera a etiqueta de melhoria sozinha, sem alguém redigitar depois.
05
Aproximação com Histórico
Detecção entre pessoa e veículo por GPS, persistida com filtro por período e severidade — a base do indicador de frequência.

O que esta plataforma não faz

Não é sistema de prevenção de colisão. A plataforma registra aproximação entre pessoa e veículo e guarda esse histórico para análise de segurança. Isso é dado, não é intervenção. Sistema de prevenção de colisão para equipamento móvel de mina é uma categoria de produto própria, com certificação e nível de intervenção definidos — se a sua operação precisa disso, precisa de um sistema certificado para essa função, e ele vem antes da nossa conversa.

Não cobrimos operação em subsolo. Nada aqui trata de posicionamento em galeria: as tecnologias que descrevemos dependem de céu aberto. Operação subterrânea exige infraestrutura própria que não faz parte desta oferta.

Não afirmamos atendimento à NR-22. A plataforma controla validade de certificações, registra liberação de trabalho e mantém o histórico do que foi conferido. Ela não substitui o programa de gerenciamento de risco da mina nem o parecer de quem responde por ele.

Publicamos isso porque nenhuma dessas três perguntas costuma ser feita na primeira reunião — e o silêncio faz supor a resposta mais conveniente. O que a plataforma faz e o que não faz está reunido na central de confiança.

Pegue a última parada não programada

Vá até a investigação e procure a data em que o problema começou a aparecer. Depois pergunte a três operadores daquele equipamento se eles já tinham notado alguma coisa antes disso — e, se sim, para quem contaram. A distância entre a primeira percepção e o primeiro registro é o número que essa conversa toda tenta reduzir.

Perguntas frequentes

Mineração — Dúvidas Comuns

Começamos pelas três que definem se faz sentido continuar a conversa.

Isso é um sistema de prevenção de colisão?
Não. A plataforma registra aproximação entre pessoa e veículo e guarda o histórico para análise — isso é dado, não é intervenção. Prevenção de colisão para equipamento móvel de mina é uma categoria própria, com certificação e nível de intervenção definidos. Se a sua operação precisa disso, precisa de um sistema certificado para essa função.
Funciona em subsolo?
Não. O que descrevemos depende de céu aberto. Posicionamento em galeria exige infraestrutura própria que não faz parte desta oferta. Se a sua operação é subterrânea, essa parte precisa ser resolvida antes e por outro caminho.
A plataforma atende à NR-22?
Não, e a distinção importa. Ela controla a validade das certificações exigidas por função, registra a liberação de trabalho e mantém o histórico do que foi conferido. Não endereça a norma nem substitui o programa de gerenciamento de risco da mina.
Como o operador reporta sem ser usuário do sistema?
Por um código na própria máquina. Ele escaneia com o celular dele e descreve o que viu — sem login e sem instalar aplicativo. O reporte já nasce sabendo de qual equipamento se trata. A exigência de cadastro é o motivo pelo qual a maioria dos programas de reporte morre no segundo mês.
A manutenção pode rodar por horímetro?
Pode, e é o modo que faz sentido em mina. Os planos disparam por medidor além de calendário, com um painel do percentual do intervalo já consumido por ativo e aviso quando chega a noventa por cento. Veja gestão de manutenção.
O que acontece com o que o checklist encontra?
A anomalia marcada gera a etiqueta de melhoria automaticamente, sem alguém redigitar depois. É o passo que costuma faltar: a inspeção acontece, o desvio é anotado e morre no papel. Veja inspeções e checklists.
E o controle de EPI por função?
O equipamento exigido é definido por função e por área, com validade do próprio item — o que muda a pergunta de "ele recebeu?" para "o que ele está usando ainda está válido?". Veja EPI por função.
Serve para rastrear pessoas e equipamento a céu aberto?
Serve, com a ressalva de que a escolha de tecnologia importa mais aqui do que num galpão. GPS e cerca virtual resolvem presença por área; precisão fina raramente se paga ao ar livre. E há um detalhe próprio da mineração: a frente de lavra avança, então o desenho das zonas envelhece e precisa de manutenção como qualquer outro cadastro. Veja dispositivos e sensores.
Isso substitui o nosso sistema de despacho de frota?
Não. O despacho continua com alocação, ciclo e produtividade da frota. A plataforma cuida do estado do ativo e do trabalho sobre ele — histórico, ordem, peça, custódia, e o reporte de quem opera. São camadas diferentes, e a integração se faz por API.
Por onde começar?
Por uma família de equipamento crítico e o reporte de campo. O reporte custa pouco para implantar, produz dado desde a primeira semana e mostra sozinho onde vale instrumentar depois. Começar pela frota inteira instrumentada é o caminho mais caro e o mais comum.
Como isso se relaciona com as páginas de solução?
Esta organiza pelo percurso do turno; as soluções organizam por capacidade. O mapa completo está em todas as soluções.
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