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Case de Cliente · Rede de Saúde Multipaís

A Parte Difícil Não Foi Etiquetar 50 Mil Ativos. Foi Juntar Cinco ERPs.

A MAGRABi opera em seis países com cinco sistemas corporativos diferentes. Enquanto cada um enxergava só a própria fatia, o grupo comprava equipamento que já tinha — parado em outra unidade.

Zero compras redundantes 6 países 25 hospitais e clínicas
O cliente

MAGRABi

A MAGRABi é um dos maiores grupos de oftalmologia do Oriente Médio, com mais de 290 lojas e 25 hospitais e clínicas distribuídos por Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito, Catar, Kuwait e Bahrein.

Administrar ativos médicos numa rede assim tem uma dificuldade que não é de escala — é de fragmentação. Veja como isso é tratado em gestão de ativos patrimoniais.

O desafio

Pedir É Mais Rápido do que Procurar

A compra redundante não acontece por descuido — é o comportamento racional dentro de uma rede sem visão consolidada. Quando falta equipamento na unidade, há duas opções: abrir uma requisição, que resolve, ou perguntar a outras vinte e quatro unidades se alguém tem sobrando, o que talvez não resolva. A escolha se explica sozinha, e a auditoria manual, desconectada de qualquer base central, não dava nenhuma alternativa melhor.

Auditoria desconectada
A conferência manual não estava ligada a nenhuma base central — o resultado morria na planilha de quem contou.
Transferência sem rastro
Equipamento que ia de uma clínica para outra não deixava registro confiável de para onde foi.
Compra do que já se tem
Sem visibilidade, a rede comprava equipamento que o próprio grupo já possuía, ocioso em outra unidade.
Responsabilidade difusa
A utilização era ineficiente e não havia a quem atribuir a guarda de cada item.
A solução

Uma Fonte de Verdade Sobre Cinco Sistemas

A SmartX HUB foi integrada à infraestrutura de TI existente para criar um ecossistema único de gestão de ativos — uma visão que atravessa cada clínica, cada hospital e cada um dos cinco ERPs, sem exigir que a rede trocasse nenhum deles.

Integração com Cinco ERPs
Cinco sistemas corporativos distintos passaram a alimentar a mesma visão de ativos, sem substituição de nenhum deles.
Auditoria por RFID
Conferência rápida e precisa em todas as unidades, com leitura em lote em vez de item por item.
Etiqueta Metálica e Não Metálica
Equipamento médico é majoritariamente metálico, e etiqueta comum não funciona em metal. Os dois tipos foram usados conforme a superfície.
Impressoras RFID nas Unidades
Vinte impressoras distribuídas permitem criar e repor etiqueta localmente, sem depender de envio de um ponto central.
Cinquenta Coletores em Campo
Mais de cinquenta coletores portáteis dão a cada unidade autonomia para contar a si mesma, quando precisar.
Cinquenta Mil Ativos Identificados
Todo o parque médico da rede passou a existir num registro único, e não como a soma de listas locais.
A parte que ninguém antecipa

A parte difícil não foi etiquetar os ativos. Foi unificar dados de cinco sistemas ERP distintos, em seis países, numa visão única e confiável.

Assim que cada ativo ficou visível num lugar só, a MAGRABi finalmente enxergou o próprio excedente, pôde realocá-lo, e parou de comprar o que já tinha.

Resultados

O que Mudou na Rede

50 mil
ativos num registro único
5
ERPs alimentando a mesma visão
6
países sob o mesmo controle
Zero
compras redundantes
Fim da compra redundante — com o excedente visível, o grupo parou de comprar equipamento que já possuía em outra unidade.
Excedente virou realocação — o inventário consolidado revelou ativo ocioso que pôde ser movido em vez de duplicado.
Perda reduzida e uso maior — a visibilidade melhorou tanto a recuperação de ativo quanto a taxa de utilização do parque.
Cuidado maior com o equipamento — quando cada item tem dono visível, o zelo da equipe muda — e isso não custa nada.
Conclusão

O Excedente Só Existe Depois que Alguém Consegue Vê-lo

Antes de haver uma visão única, o equipamento ocioso numa unidade não era excedente — era simplesmente um item que ninguém precisava naquele lugar. É a consolidação que transforma um item parado em um ativo disponível, e é por isso que o ganho não veio da etiqueta: veio de os cinco sistemas passarem a contar a mesma história.

Vale reparar no que não foi feito: nenhum dos cinco ERPs foi substituído. Uma rede em seis países não troca de sistema corporativo para resolver um problema de inventário — e não precisou.

Pare de comprar o que você já tem

Pegue as últimas dez requisições de equipamento e pergunte, para cada uma, se existe um item equivalente parado em outra unidade. Se ninguém conseguir responder sem telefonar, você já sabe onde está o excedente — e por que ele continua invisível.

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