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Central de Confiança

Também Publicamos o que Não Fazemos

Cinco camadas de segurança, isolamento real entre clientes e trilha de auditoria imutável. E, na mesma página, a lista do que a plataforma não entrega hoje — porque um centro de confiança que só mostra acertos não serve para avaliar risco.

Como ler esta página

Três Níveis, e a Diferença Entre Eles Importa

Material de segurança costuma juntar tudo numa lista só de logotipos e siglas, o que impede exatamente o que o leitor precisa fazer: distinguir o que o produto entrega do que a sua organização ainda precisa resolver. Por isso separamos em três níveis, e mantemos o terceiro visível.

Diretamente suportado por um módulo. Requisitos que uma funcionalidade específica atende, com o módulo nomeado. Registros e assinaturas eletrônicas, competência de laboratório de calibração, EPI, ergonomia, permissão de trabalho, identificação GS1 e pontos críticos de controle entram aqui.

Suportado por controles da plataforma. É onde ficam ISO/IEC 27001 e SOC 2 — e a distinção é a mais importante desta página. A plataforma oferece os controles técnicos que um auditor vai procurar: perfis de acesso, isolamento entre clientes, 2FA obrigatório, SSO corporativo, trilha imutável com exportação para SIEM e recertificação periódica de acesso. A certificação, porém, é concedida à organização, não a um produto — a auditoria examina o seu processo, e estes são os controles que ela vai querer ver no sistema.

Não reivindicado. O que a plataforma não faz hoje, dito com o mesmo destaque. Está no bloco seguinte, e é a parte que recomendamos ler primeiro se você responde por conformidade.

Não reivindicado

O que a Plataforma Não Faz Hoje

Esta seção existe porque a alternativa — descobrir na diligência técnica — é pior para os dois lados. Se você responde por proteção de dados, comece por aqui.

Direitos do titular sob a LGPD, como recurso de produto Anonimização, portabilidade e eliminação sob solicitação não estão implementadas como funcionalidades da plataforma. Organizações sujeitas à LGPD ou ao GDPR tratam disso hoje pelos próprios processos. Afirmar o contrário numa proposta seria um compromisso que a plataforma não cumpre.
Certificação ISO/IEC 27001 ou SOC 2 do produto A plataforma oferece os controles técnicos que essas auditorias examinam, mas a certificação é concedida a uma organização e ao seu processo — não a um software. Fornecedor que apresenta o selo como se fosse do produto está confundindo as duas coisas.

Se algum destes pontos for bloqueante para o seu caso, é melhor saber agora. Traga a questão para a conversa técnica — em vários cenários existe um caminho de processo ou de arquitetura que resolve, e em alguns não existe. Falar com a engenharia.

Arquitetura

Cinco Camadas, Não Uma Senha

A pergunta que separa isolamento real de isolamento prometido é simples: de onde vem o identificador da empresa? Se ele vier de um parâmetro enviado pelo cliente, basta alterá-lo. Aqui ele é derivado do token verificado, e essa é a camada 03.

01
Token JWT
A identidade vem de um token verificado a cada requisição — não de um parâmetro que o cliente envia.
02
Perfil de Acesso
Doze perfis distintos de papel e permissão, com clonagem de permissões e regras de capacidade.
03
Company-ID (CID)
O identificador da empresa é derivado do token verificado, nunca do corpo da requisição.
04
Isolamento de Tenant
Multi-tenancy real, com zero vazamento entre clientes. É o que separa isolamento de promessa de isolamento.
05
Trilha Append-Only
Registro à prova de adulteração, exportável, com política de retenção. Só acrescenta; não reescreve.
Controles

Seis Controles que o Auditor Vai Procurar

São os itens que aparecem numa auditoria de ISO/IEC 27001 ou SOC 2 — não porque o produto seja certificado, mas porque são os controles técnicos que a certificação da sua organização precisa demonstrar.

Segundo FatorTOTP, código por e-mail ou passkeys WebAuthn. O administrador pode forçar 2FA para toda a empresa ou reiniciar o fator de um usuário.
Login CorporativoSAML 2.0, Azure AD OIDC, Google Workspace OIDC e LDAP/AD, com credencial de cada provedor cifrada em AES-256-GCM e provisionamento JIT.
Senha e SessãoPolítica de senha, política de sessão e proteção contra força bruta, com predefinições por perfil de operação.
Exportação para SIEMEnvio para SIEM e API de extração de auditoria, para o seu SOC consumir os eventos sem depender de tela.
Recertificação de AcessoCampanhas periódicas em que cada gestor revisa quem responde a ele e o que essas pessoas alcançam, com escopo, prazo e registro assinado de cada decisão.
Relatório de SegurançaDocumento imprimível com sumário executivo, análise de IP de origem e checklist de conformidade.
Nível 1

Diretamente Suportado por um Módulo

Requisitos que uma funcionalidade específica atende, com o módulo nomeado. Quando um auditor pedir a evidência, ela sai da tela indicada.

NormaRequisitoMódulo e evidência
21 CFR Part 11 · Anexo 11 GMP UE Registros e assinaturas eletrônicos §35B — política de assinatura, trilha append-only, verificação de integridade de cadeia, revisão periódica registrada, evidência de retenção e expurgo.
ABNT NBR ISO/IEC 17025 Competência de laboratório de calibração §10 — orçamentos de incerteza, rastreabilidade a padrões, emissão de certificado e controle de revisão.
IEC 62353 Ensaio elétrico de equipamento médico §10, com as medições que a norma prescreve.
NR-6 Equipamento de proteção individual §21 — entrega com assinatura, controle de validade do CA, controle de substituição.
NR-36 Ergonomia em frigoríficos §19 — limites de exposição, controle de pausas obrigatórias, monitoramento de área fria, alertas de violação.
NR-12 · NR-33 · NR-35 Máquinas, espaço confinado e trabalho em altura §9 — permissão de trabalho com checklist de segurança por permissão e assinatura digital.
GS1 (GTIN, GLN, SSCC, EPCIS) Identificação e captura de evento na cadeia §41 — padrões GS1, com troca de eventos EPCIS.
FSMA · APPCC Segurança de alimentos e cadeia do frio §15 — pontos críticos de controle monitorados, registro de desvio com ação corretiva.
Nível 2

Suportado por Controles da Plataforma

Leia esta linha antes da tabela. Para os itens abaixo, a plataforma fornece os controles técnicos que um auditor vai pedir. A certificação em si é concedida à organização, não a um produto — a auditoria examina o processo da sua empresa, e estes são os controles que ela vai procurar no sistema. Nenhum item desta tabela é um selo que a SmartX possua.
NormaDomínioControles disponíveis
ISO/IEC 27001 · SOC 2 Segurança da informação Controle de acesso com doze perfis e isolamento de tenant, 2FA obrigatório, SSO corporativo, trilha imutável com exportação para SIEM, recertificação periódica de acesso, política de senha e sessão, proteção contra força bruta.
SOX (controles gerais de TI) Controles gerais de TI Segregação de funções por papéis e fluxos de aprovação, evidência de mudança na trilha de auditoria, campanhas de recertificação de acesso.

Traga o questionário de fornecedor

Se a sua área de segurança tem um formulário de avaliação, mande antes da conversa. É mais rápido responder ao que você precisa saber do que apresentar o que gostaríamos de mostrar — e onde a resposta for “não temos”, você vai ouvir isso e não um rodeio.

Perguntas frequentes

Segurança e Conformidade — Perguntas Diretas

As duas primeiras começam com uma negativa. É de propósito: são as perguntas que a sua área de segurança faz internamente antes de fazer para o fornecedor.

A SmartX HUB é certificada ISO 27001 ou SOC 2?
Não, e é importante ser preciso aqui. A plataforma oferece os controles técnicos que essas auditorias examinam — perfis de acesso, isolamento entre clientes, 2FA, SSO, trilha imutável com exportação para SIEM, recertificação de acesso. Mas certificação é concedida a uma organização e ao seu processo, não a um software. Fornecedor que apresenta esses selos como se fossem do produto está confundindo duas coisas diferentes — e vale desconfiar do resto do material.
A plataforma atende à LGPD?
Depende do que você está perguntando, e vale separar. Os controles de segurança — acesso, isolamento, auditoria, retenção — estão implementados. Já os direitos do titular — anonimização, portabilidade e eliminação sob solicitação — não são recursos do produto hoje. Organizações sujeitas à LGPD tratam disso pelos próprios processos. Preferimos dizer isso aqui a deixar você descobrir na diligência.
Como funciona o isolamento entre clientes?
Por company-id derivado do token verificado, nunca do corpo da requisição. A distinção parece técnica e é decisiva: se o identificador da empresa viesse de um parâmetro enviado pelo cliente, bastaria alterá-lo. Como ele vem do token que o servidor validou, não há como um cliente pedir dado de outro. É a terceira das cinco camadas.
Quais são as cinco camadas de segurança?
Token JWT, perfil de acesso, company-id, isolamento de tenant e trilha append-only. Cada requisição atravessa todas — não é uma única verificação na entrada. Os perfis de acesso são doze, com clonagem de permissões e regras de capacidade.
Vocês suportam SSO corporativo?
Sim: SAML 2.0, Azure AD OIDC, Google Workspace OIDC e LDAP/AD, com a credencial de cada provedor cifrada em AES-256-GCM e provisionamento JIT. O 2FA aceita TOTP, código por e-mail e passkeys WebAuthn, e o administrador pode forçá-lo para toda a empresa.
A trilha de auditoria pode ser alterada?
Ela é append-only e à prova de adulteração — só acrescenta, não reescreve. É exportável, tem política de retenção, e existe uma API de extração além do envio para SIEM, para o seu SOC consumir os eventos sem depender de tela.
Como sabemos quem tem acesso a quê?
Por campanhas de recertificação de acesso: periodicamente cada gestor revisa quem responde a ele e o que essas pessoas alcançam, e confirma ou revoga. A campanha tem escopo, prazo e dono, e produz registro assinado de cada decisão. É o controle que responde “quem aprovou esta pessoa ter este acesso, e quando isso foi checado pela última vez”.
Existe opção on-premise?
Existe, e é um dos motivos pelos quais clientes com restrição de saída de dado escolhem a plataforma. Clientes on-premise e híbridos também contam com um assistente de atualização de esquema, em vez de depender de projeto manual a cada versão. Veja arquitetura da plataforma.
Podemos enviar nosso questionário de segurança?
Pode, e é o caminho mais eficiente. Responder ao que você precisa saber é melhor que apresentar o que gostaríamos de mostrar — e onde a resposta for “não temos”, você vai ouvir isso em vez de um rodeio.
Por que publicar o que a plataforma não faz?
Porque a alternativa é pior para os dois lados. A informação aparece na diligência técnica de qualquer forma, e aparecer ali — depois de um material que sugeria outra coisa — custa a credibilidade de tudo o mais que foi dito. Um centro de confiança que só lista acertos não serve para avaliar risco, que é exatamente para o que ele deveria servir.
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