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Case de Cliente · Embalagens Retornáveis

Dois Portais Dizem o Que Saiu. Oito Dizem Onde Está.

Na Pilkington de Caçapava, mais de 30 mil ativos retornáveis são atualizados todos os dias — e a leitura não acontece só nas pontas, mas no recebimento, na produção, na inspeção e na expedição.

30 mil+ ativos por dia Caçapava, SP Integrado ao SAP
O cliente

Pilkington Brasil

Subsidiária do Grupo NSG e líder global em vidro, a Pilkington opera em Caçapava, no interior de São Paulo, uma linha de produção de para-brisas para a indústria automotiva.

Vidro automotivo tem uma característica que muda o problema: a peça é frágil e o dispositivo que a transporta é específico. Não dá para substituir um cavalete por outro qualquer quando falta — e por isso a disponibilidade do retornável entra direto no cronograma de produção. Veja gestão de embalagens retornáveis.

O desafio

O Conjunto Completo dos Problemas de Retornável

Ciclo longo, frota encolhendo, gargalo na cadeia, pedido atrasado, frete subindo e nenhuma responsabilidade definida entre os parceiros comerciais. Sem leitura automática, era simplesmente impossível saber onde cada dispositivo estava num dado momento — e todos os outros problemas decorrem desse.

Ciclo mais longo
O fluxo manual do retornável atrasava o ciclo inteiro de produção e expedição.
Frota encolhendo
Dispositivo sumido forçava reposição — cara, e de item que não tem substituto genérico.
Gargalo e frete
Atraso de pedido e custo de transporte subindo como consequência da falta.
Sem responsabilidade definida
Ausência de dado compartilhado deixava os parceiros comerciais sem base para acertar.
A solução

Leitura em Cada Etapa, Não Só nas Portas

É a decisão que define este projeto. Os portais cobrem o recebimento, a produção, a inspeção e a expedição — e não apenas a entrada e a saída da planta.

Mais de Oito Portais Fixos
Instalados no recebimento, no processo, na inspeção e na expedição, lendo cada dispositivo automaticamente na passagem.
Quatro Coletores Portáteis
Para conferência pontual onde o portal não alcança — e para o caso em que alguém precisa procurar um item específico.
Uma Camada de Middleware
Um mecanismo central gerenciando o ecossistema de leitura de ponta a ponta, em vez de cada leitor falando sozinho com o sistema.
Integração com SAP
O evento de leitura vira dado corporativo, e o balanceamento de inventário acontece sem alguém consolidar planilha.
Associação Automática na Doca
Origem e destino vinculados sozinhos quando o dispositivo atravessa a porta — sem apontamento manual.
Atualização Diária de 30 Mil Ativos
Todo o parque com localização e saldo atualizados a cada dia, e não a cada inventário.
Por que oito e não dois

Duas leituras — entrada e saída — respondem o que saiu e o que voltou. É suficiente para medir ciclo e cobrar parceiro. Mas não dizem onde o dispositivo está enquanto ele está com você.

Quando o retornável circula dentro do processo — abastece a linha, passa pela inspeção, volta para a expedição — a cobertura por etapa deixa de ser luxo. É o que permite saber se a falta na linha é de frota ou de fluxo.

Resultados

O que Mudou no Fluxo de Retornáveis

30 mil+
ativos atualizados diariamente
8+
portais RFID em quatro etapas
4
coletores portáteis
SAP
integrado de ponta a ponta
Conferência exata na entrada e na saída — nas portas de doca, elevando a visibilidade da cadeia inteira.
Localização do retornável ao longo do processo — o que aumenta a eficiência e a acuracidade do estoque.
Confiança no dado de inventário — reduzindo de forma significativa a perda de item e o custo associado a ela.
Responsabilidade automática entre parceiros — o registro de passagem substitui a negociação sobre quem estava com o quê.
Conclusão

Quantos Pontos de Leitura Você Precisa? Depende do Que Quer Responder.

Vale comparar com outro projeto nosso. Na Nissan, 40 mil embalagens são acompanhadas com dois portais. Aqui, 30 mil ativos exigiram mais de oito. Menos itens, quatro vezes mais infraestrutura — e nenhum dos dois está errado.

A diferença é a pergunta que cada operação precisava responder. Duas leituras bastam para saber o que saiu e o que voltou. Para saber onde o dispositivo está enquanto circula dentro do processo, é preciso ler em cada etapa — e isso só se justifica quando o retornável participa da produção, e não apenas do transporte.

Para entender como o modelo de circulação define o desenho do projeto, o guia de embalagens retornáveis.

A falta na linha é de frota ou de fluxo?

São diagnósticos opostos e a correção de cada um é diferente. Se você só lê a entrada e a saída da planta, não tem como distinguir os dois — e a resposta padrão acaba sendo comprar mais, que resolve um e agrava o outro.

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